lunes, 27 de abril de 2009

Mais uma ação contra o MST do RS

Primero en lengua brasilera

Mais um acampamento do MST do estado do Rio Grande do Sul está sendo ameaçado de despejo pelo Ministério Público Federal. Após a tentativa cruel de impedir as crianças que residem nos acampamentos de estudar, proibindo o funcionamento das escolas itinerantes, o MP entra com uma ação de despejo contra o acampamento Nova Santa Rita na região metropolitana de Porto Alegre.
Esse acampamento acolhe cerca de 400 adultxs e 200 crianças que lá se instalaram há mais de 3 anos.
Essa ação não tem lógica dado que as pessoas estão em uma área do próprio movimento, em terras já entregues pelo governo ao MST, ou seja, estão alojadas dentro de um assentamento.

Por que o Governo do RS e o MP Federal insistem em criminalizar e prejudicar o movimento? Será que o governo do RS pretende nos lembrar que a ditadura militar não acabou? É evidente que o seu desejo é acabar com o Movimento dxs trabalahdorxs sem terra, mas nós sabemos que isso é impossível.

Prefeririam talvez que as crianças que ali habitam, junto com seus pais/mães, recebendo educação diariamente, estivessem nas favelas das grandes cidades, expostas à violência da polícia e dos traficantes? Que as famílias ali acampadas à espera de terras para cultivar e obter o seu sustento, como tantas outras que vivem nos assentamentos gaúchos, estivessem desempregadas, ou subempregadas, aumentando a crescente miséria do antigo Sul Maravilha?
Numa época que a governadora pretende transformar velhas escolas em modernas prisões, e até privatizá-las, é urgente denunciar e apoiar a nossxs companheirx de luta.

De fato, o que parece é que o Estado está criando uma barreira protetora para que as multinacionais e os latifundiários dominem todas as terras disponíveis para a implantação da monocultura, de atividades predatórias ou simplesmente para ficarem improdutivas e desocupadas?

Se o campo não planta, a cidade não janta!
Todo nosso apoio ao MST e ao assentamento das famílias acampadas!

“Preferimos morrer lutando, do que morrer de fome”.






Otra acción contra el MST del Estado de Rio Grande do Sul

Ahora em lingua argentina


Otro campamento del Movimiento de Trabajadorxs rurales Sin Tierra del estado de Rio Grande do Sul, está siendo amenazado de desalojo por el Ministerio Público Federal.

Después de una tentativa cruel de impedir a lxs niñxs que viven en los campamentos de estudiar, prohibiendo el funcionamiento de las escuelas itinerantes, el Ministerio entra con una acción de desalojo contra el campamento Nova Santa Rita en la región metropolitana de Porto Alegre. Este campamento abriga cerca de 400 adultxs y 200 niñxs desde hace más de 3 años.

Esta represalia no tiene lógica dado que las personas están alojadas en un área del propio movimiento, en tierras ya entregadas por el gobierno al MST, están dentro de un asentamiento.

¿Por qué el Gobierno estadual y el Ministerio Público insisten en criminalizar y perjudicar al movimiento? ¿Será que nos quieren meter miedo, hacer de cuenta que la dictadura militar no se acabó? Sabemos que quieren acabar con el MST, pero también sabemos que eso es imposíble.
Y lo que más irrita al gobierno, es que lxs activistas no tengan miedo, eso descoloca hasta al más armado.

Ellxs preferirían que lxs niñxs acampadxs, junto con sus padres/madres, recibiendo educación diariamente, estuviesen en las villas de las grandes ciudades, expuestxs a la violencia de la policía y de los traficantes? Que las familias allí acampadas a la espera de tierras para cultivar y obtener su sustento, como tantas otras que ya viven en los asentamientos del estado y del país, estuviesen desempleadxs, o subempleadxs, aumentando la creciente miseria del otrora estado llamado de clase alta brasilera.

En una época que la gobernación pretende transformar viejas escuelas en modernas prisiones, e inclusive privatizarlas, es urgente denunciar y apoyar a nuestrxs compañerx de lucha.

Pareciera que el Estado está creando una barrera protectora para que las multinacionales y los latifundios dominen todas las tierras disponibles para la implantación de la monocultura, de actividades predatorias o simplemente para transformarlas simplemente en improductivas y desocupadas.

¡Si el campo no planta, la ciudad no come!
¡Todo nuestro apoyo al MST y a los prontos asentamientos de las familias acampadas!

“Preferimos morir luchando, que morir de hambre”.




1 comentario:

Cristiane dijo...

O ministério público e o governo do estado do rs deveriam se preocupar com problemas maiores e de real valor como a violência que assombra as cidades gaúchas do que ir importunar as pessoas que ja obtiveram a posse da terra pelo governo federal, e que estão tentando levar uma vida digna. Senhores das leis do nosso estado e ilustrissíma governadora Ieda eu como uma estudante de direito abomino este tipo de atitude tomada pelos senhores.
at.
Cristiane Oliveira