Mostrando entradas con la etiqueta MST. Mostrar todas las entradas
Mostrando entradas con la etiqueta MST. Mostrar todas las entradas

lunes, 26 de septiembre de 2011

oKupção jáaaa




MST faz ocupações em Viamão, Vacaria e Sananduva

O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) realiza, neste momento, três ocupações no Rio Grande do Sul. As famílias Sem Terra ocupam as áreas para pressionar os governos federal e estadual para cumprir o acordo firmado em abril deste ano de assentar todos os trabalhadores e trabalhadoras acampadas hoje no estado.

Na região de Porto Alegre, mais de 300 trabalhadores ocupam uma área na RS 040, próximo ao posto do pedágio de Viamão. O local foi motivo de investigação da Polícia Federal que neste ano encontrou mais de 2 toneladas de maconha na área.

Em Vacaria, mais de 500 pequenos agricultores ocupam uma área de 400 hectares de terra próximo a BR 285, à 1km da entrada da cidade. A área, que é pública, foi destinada pelo governo para pesquisa e experimentos de plantas, mas não está sendo utilizada para esse fim.

Já em Sananduva, mais de 200 trabalhadores rurais Sem Terra ocupam uma área com mais de 300 hectares que poderia ser destinada para o assentamento das famílias acampadas hoje no estado.

O MST está mobilizado nas regiões para pressionar os governos federal e estadual para realizar o assentamento imediato das mil famílias acampadas hoje no estado. Em abril, o governo do estado, depois de um acordo com o governo federal, se comprometeu a assentar as famílias que se encontram acampadas embaixo da lona preta em todo o estado. Desde a assinatura do “Termo de Compromisso” com os camponeses, nenhuma família foi assentada.

Os trabalhadores e trabalhadoras rurais Sem Terra devem permanecer nas áreas por tempo indeterminado, pois compreendem que somente com a ocupação e resistência vão fazer com que o poder público realize a Reforma Agrária no país. As famílias só devem deixar os locais ocupados se os governos apresentarem soluções definitivas para o assentamento.

lunes, 21 de marzo de 2011

MST OCUPA FAZENDA EM SÃO BORJA


Quatrocentas famílias sem terra ligadas ao MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra) ocuparam na madrugada desta segunda-feira (21) a Fazenda Palermo, na cidade de São Borja, no Rio Grande do Sul. Os sem terra exigem que o governo estadual finalize a desapropriação da área para o assentamento de 54 famílias acampadas. Também reivindicam que os governos federal e estadual assentem todas as 1 mil famílias sem terra acampadas hoje no estado.

Em 2008, durante a marcha do MST à Fazenda Guerra (Norte gaúcho), o governo federal assinou um TAC (Termo de Ajustamento de Conduta) em que se comprometia a assentar todas as famílias sem terra acampadas no RS. Até hoje, isso não aconteceu. O MST quer que o governo cumpra com o TAC. A reforma agrária é a saída para o atraso do latifúndio na região de São Borja. Onde hoje só existem alguns animais e poucas pessoas, podem viver 54 famílias produzindo alimento saudável, gerando emprego e movimentando o comércio local.

Desapropriação da Fazenda Palermo está parada desde Governo Olívio

A desapropriação da Fazenda Palermo já está encaminhada mas, para que a Justiça emita a posse da fazenda ao governo do RS, é preciso que ainda seja pago um valor ao proprietário da terra. O impasse em relação à área existe desde o governo Olívio, quando foi iniciada a desapropriação. Até agora, passados dez anos, ainda não foi resolvido. Somente depois de ter a posse da terra é que o governo do RS poderá assentar as famílias na área.

Hoje, 1 mil famílias ainda vivem em beira de estrada embaixo da lona preta no Rio Grande do Sul. Muitas, estão acampadas há 9 anos. Desde a desapropriação de parte da Fazenda Southall em São Gabriel (Fronteira Oeste), em 2008, nenhuma família sem terra é assentada no estado.

A reforma agrária tem sido deixada de lado pelo governo federal, que prioriza o agronegócio. O Governo Lula assentou menos famílias sem terra que o de Fernando Henrique Cardoso e, até o momento, a presidente Dilma Rousseff não apresentou plano de reforma agrária. Milhões de reais são destinados, pelo governo federal, para salvar as empresas da crise e anistiar as dívidas dos latifundiários, mas não há recurso para a reforma agrária, que gera emprego no campo e produz alimentos para a população do país.


MAIS INFORMAÇÕES
(51) 9647-4263
(55) 9977-5668
(51) 9733-8819

Assessoria de Imprensa: (51) 9635-6297